We love pizza

Por Equipe Re-Comendo

A Pizza Hut é a maior rede de pizzaria do mundo e cresce cada dia mais. Em novembro de 2014, o RN ganhou a primeira franquia, mas só poderia provar essa delícia quem tivesse acesso à sala de Embarque do Aeroporto de Natal. Para felicidade de quem queria comer com maior frequência, no mês outubro de 2015, foi inaugurada a loja no Midway Mall. Hoje, quarta-feira (29), Natal ganha mais uma unidade, localizada perto do cruzamento da Av. Alexandrino de Alencar com a Prudente de Morais.

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Vamos falar de calor(ias)?

Allah-la-ô, ô ô ô ô ô ô, mas que calor, ô ô ô ô ô ô!

Não atravessamos o deserto do Saara, mas sim a Roberto Freire, em Ponta Negra (Natal/RN), para descobrir as melhores opções de como se refrescar nesse calorão que tem aumentado na Cidade do Sol. Apesar de sorvete e suco serem fáceis de encontrar, procuramos as opções mais gostosas (e, quando possível, baratas) de mandar o calor para longe.

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Esperamos que gostem!

Parte 1: Preciosa Gelateria Artesanal Italiana

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Nascida em Pipa no ano de 2009, a Preciosa é realmente uma preciosidade cremosa para quem está passando calor. Além dos sabores com base de creme, deliciosíssimos, nossa indicação vai para os de fruta: não possuem lactose e são feitos apenas com água e açúcar. Ou seja, totalmente refrescantes.

A gelateria oferece, além de produtos como milk shakes e banana split, diariamente 16 sabores variados de gelato que são vendidos em copo ou casquinha. Apesar do sabor doce, o preço é meio salgado: R$9 uma bola e R$13, duas. Porém, a quantidade de sorvete é grande no copinho que pedimos e pode satisfazer até duas pessoas.

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Nossa recomendação para o calor: manga com hortelã.

Apesar de não termos sentido muito bem o gosto de hortelã, o sabor é muito bom e inegavelmente refrescante. Consegue ser doce sem se tornar enjoativo ao ponto de dar sede.

A Preciosa funciona no Cidade Jardim, no início da avenida Roberto Freire, nos mesmos horários do shopping: 9h às 21h (seg-sáb) e 15h às 21h (dom e feriados).

Re-Comendamos! 🙂

Parte 2: Bocaditos Doceria e Café

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Estar no Bocaditos, por si só, já é refrescante. O fofurômetro apita naquele lugar lindo e cheio de cor. Inicialmente, o atendimento é ótimo com os donos e funcionários simpáticos e sorridentes. Para completar o cardápio de doçuras e pessoas incríveis, eles ainda oferecem opções de sucos e bebidas deliciosas como acompanhamento. Quando o calor apertou, fomos para lá e saímos totalmente satisfeitas.

WhatsApp-Image-20160609 (6)Nossa recomendação: limonada.

A bebida é servida em um copo (R$6) tão fofo quanto o local. Gelada e refrescante, é uma ótima opção para quem está com sede e calor. Para quem quiser uma quantidade maior, eles também vendem a jarra por R$12.

A desvantagem do Bocaditos é a de não aceitar cartões. Os pagamentos são todos feitos à vista. Porém, descobrimos que também é possível fazer uma transferência do aplicativo do banco no smartphone para a conta deles. Ou seja, super ponto positivo para quem não gosta de andar com dinheiro.

O Bocaditos fica no Dunnas Shopping e funciona de terça a sexta das 13h às 19h30 e no sábado a partir das 13h às 17h30. Dica: para quem desejar comer um docinho junto com a limonada, chegue cedo! As delícias de lá são muito procuradas e algumas acabam rápido.

Parte 3: Água de côco

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Ela hidrata, fortalece o sistema imunológico, repõe os eletrólitos e é rica em potássio, magnésio, cálcio, sódio e fósforo… ufa! A água de côco é uma excelente pedida para combater esse calor. E para quem quiser encontrá-la na Roberto Freire,  

Nossa recomendação: os melhores preços são os do calçadão, pois encontramos opções de R$1,50. Já na orla da praia, custam entre R$3 e R$5 reais.

Parte 4: Astral sucos

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Para quem quer refrescar o calor e a vista, o Astral Sucos é o local ideal. Além de oferecerem opções bem refrescantes de sucos, dá para apreciar a praia de Ponta Negra e todas as suas lindezas. Porém, tudo isso tem um preço: os sucos variam de R$7 a R$9, sendo tradicionais (açaí, caju, goiaba, laranja, limão, abacaxi, uva, manga, acerola, maracujá, cajá, mamão, mangaba, melancia, graviola, morango e cupuaçu); ou exóticos, como maracujá com hortelã, morango com uva e cajá com laranja.

Nossa recomendação: melancia com limão.

Sim, é possível misturar alguma coisa com limão sem que o sabor dele prevaleça e esse suco é a prova. Ele custa R$8, mas é delicioso e o copo é de 500ml.


Se você souber de mais alguma opção legal na Roberto Freire para matar o calor, avisa pra gente no @recomendonoinsta que vamos lá conferir.


 

E para terminar, aqui está a trilha sonora desse passeio cheio de sabor e frescor: 

Loucos pelo prato que é a cara do Brasil

#ComerPostar&Indicar

“É o primeiro prato do brasileiro em geral”, contou Câmara Cascudo no livro História da Alimentação no Brasil. Composto por feijão preto com pedaços de carne de porco e acompanhados por arroz, farofa e couve, essa receita já se tornou a cara do nosso país tropical. Já sabe o que é? Sim, feijoada!

Os registros dizem que a iguaria surgiu por volta do final do século XIX em várias versões, dependendo da região do país onde era feita. Antigamente era falado que o prato foi uma invenção dos escravos, os quais misturavam restos das carnes de porco rejeitadas pelos senhores – rabo, língua, focinho, orelha e pé – com o feijão preto e a farinha de mandioca. No entanto, registros mais atuais mostram a feijoada como uma adaptação das receitas europeias de cozido, trazida pelos portugueses no período da colonização e servida, inclusive, em restaurantes frequentados pelas elites escravocratas.

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Hoje em dia também existem variadas receitas desse prato multicultural. A maioria é com o tradicional feijão preto, porém também há preparos com feijão marrom ou branco; e outras mais leves, com grão-de-bico, lentilha e carnes menos gordurosas. Para a versão vegetariana, além da ausência de carnes, ainda se utiliza tofu defumado, brócolis e couve-flor. Outros pratos inspirados na receita original, como o bolinho de feijoada, também podem ser encontrados.

Para quem leu até agora e ficou com vontade de saborear uma feijoada quentinha, nós temos uma indicação incrível recém-descoberta pela Re-Comendo: o Loucos por Feijoada. Fundado há 7 meses e com a missão de oferecer um serviço diferenciado para esse prato tão querido, o LPF não tem um restaurante fixo, mas funciona com serviço de delivery. Os preços das porções variam de acordo com a quantidade de pessoas que serão servidas, sendo oferecidas desde o tamanho individual até porções maiores para eventos e buffet.

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O produto deles, que já tem tudo para ser bom só pelos ingredientes, fica ainda melhor com a rapidez das respostas pelo atendimento virtual. O negócio foi criado pelo casal Sandra e Renilson, que já trabalhava no ramo de cosméticos e quis um complemento de renda. Após um mês de funcionamento, eles já tinham 1000 seguidores no Instagram e clientes por toda a cidade, tornando o Loucos por Feijoada sua fonte de renda principal.

“Quando ele (Renilson) teve a ideia, disseram ‘mas feijoada tem em todo lugar’. E ele respondeu: ‘feijoada sim, mas a Loucos por Feijoada, não’. Não vendemos só feijoada, e sim um prato que todo mundo gosta com a praticidade do delivery”, contou Sandra.

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Para experimentarmos o produto, pedimos uma feijoada para duas pessoas (serviu 3 tranquilamente) e custou R$48 (R$43 da feijoada + R$5 da entrega). Após feito o pedido, a entrega demorou apenas 20 minutos. Além do feijão com as carnes, os acompanhamentos são: arroz, farofa, couve refogada, torresmo, laranja e sobremesa. Ou seja, é o prato completo com a comodidade de comê-lo sem sair de casa.

Nas publicações com a hashtag #ComerPostar&Indicar, resumiremos as nossas impressões sobre o produto e/ou estabelecimento através de notas, sendo a máxima representada por 5 cangulinhos. E vamos à avaliação do Loucos por Feijoada:

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O Loucos por Feijoada está aberto para pedidos nos sábados e domingos, das 9h às 15h. O sabor da feijoada é ótimo e a simpatia no atendimento ainda mais.  Vocês precisam experimentar!

O Instagram deles é @loucosporfeijoada 🙂

“Que prazer mais um corpo pede
Após comido um tal feijão?
– Evidentemente uma rede
E um gato para passar a mão”.

(Vinícius de Moraes – Feijoada à minha moda)

Panela de casa é que faz comida boa

“Uma boa refeição pode alegrar quem já está feliz ou quem está triste”, já dizia Laurie Colwin, escritora norte-americana. Afinal, quem não fica feliz comendo sua comida favorita, ou simplesmente lanchando com os amigos? Vovó não era escritora, tampouco nasceu na terra de Tio Sam, mas ela costumava falar que a comida une as pessoas. Despedidas? Uma festa cheia de delícias. Chegadas? Um almoço de boas-vindas. Aniversário? Muito bolo e coxinha. Sim, a comida sempre está presente e qualquer ocasião é motivo de COMEmoração.

Antigamente, em especial nos países do Ocidente, reunir a família em torno da mesa pelo menos uma vez por dia era quase uma lei. Nada de TV, rádio ou quaisquer outras distrações, aquela era a ocasião de fortalecer os laços com os parentes e interagir sobre os acontecimentos do dia. Hoje em dia, com as correrias do tic-tac, momentos como esse são cada vez mais raros. A correria nos faz comer demais na rua e então sentimos falta daquele gosto que só as panelas de casa oferecem.

Da mesma maneira, às vezes estamos tão cansadas (os) que o sofá de casa é o melhor lugar de se estar enquanto saboreamos nossa refeição. É aí em que entram as comidas confortáveis! Sim, são aquelas com gostinho caseiro, simples e cheia de boas lembranças. Pode ser uma receita de família ou então um quitute da infância. Nos dias chuvosos, então, elas ficam ainda mais aconchegantes. E o bom é que cada pessoa tem a sua (ou as suas), e são muitas.

Hoje, tentamos trazer aqui algumas das nossas, as quais podemos fazer em casa e mesmo assim são deliciosas e nos satisfazem:

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Arroz de leite: mais gosto de infância, impossível.
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Chocolate, milho, formigueiro… seja com ou sem recheio/cobertura, sempre delicioso! Principalmente aquele que só mainha ou vovó sabem fazer.
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Pão assado: Sessão da Tarde, Castelo Ra-Tim-Bum e, mais recentemente, Netflix são as companhias para esse lanche da tarde tão fácil de fazer, mas gostosíssimo.
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Biscoito com requeijão: É tão simples quanto delicioso. Ah, e com patê também é só amor! ❤
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Cuzcuz: Com ovo, manteiga, carne moída ou salsicha, dá pra comer em qualquer hora do dia. Re-Comendamos: quem ainda não experimentou, tente colocar requeijão no cuzcuz quente. Você nunca mais vai conseguir comer de outra forma.
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Tapioca: Seja doce ou salgada, tapioca é uma das melhores invenções da humanidade e uma ótima opção para quem quer preparar algo em casa.
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Café Coado: Quando coamos o café, só o cheiro que fica na cozinha já compensa. A bebida pura é maravilhosa, com leite então…
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Iorgut: Ele transporta a gente para a melhor época da vida, pois é outra opção com sabor de infância. Geladinho ou até com cereal, uma ótima pedida.

E você, qual é a sua? Comente ou mande uma foto para nós! 😀

Ginga com tapioca: uma experiência gastronômica que todo natalense deve ter

Entre as bases da ponte Newton Navarro e o encontro do rio Potengi com o mar está o Mercado da Redinha. Para chegar até o local, é preciso ir até o final da avenida João Medeiros Filho, na zona norte, e seguir as placas que dão nome ao bairro praiano. É lá que dezenas de famílias, natalenses e turistas se encontram nos finais de semana para aproveitar o tempo livre, tomar uma cerveja e comer a ginga com tapioca.

Podendo chegar a ter 600 calorias, o prato leva goma de mandioca, óleo, azeite de dendê e a sardinha azul. A receita foi criada há 60 anos pelo casal Geraldo e Dalila, ambos comerciantes da Redinha. Ele marchante de peixe, responsável por negociar o produto com os pescadores; e ela, cozinheira. Juntos, acharam um destino gostoso e rentável no peixe de porte pequeno que sobrava da pesca.

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A Ginga com Tapioca original da Redinha

Atualmente, na mesma praia, um bar se destaca entre os demais. Não pelo prato, já que todos ali dominam o preparo, mas pela história. Ivanize Barbosa, ou Dona Ivanize, é filha do casal criador da Ginga com Tapioca e herdou a receita. “Estou neste ponto há 46 anos e com o dinheiro da Ginga eu criei meus seis filhos”, contou em uma conversa em dia da semana, quando o movimento é mais baixo.

Aos 68 anos, Dona Ivanize é uma atração à parte do local. Simpática, faz questão de conversar com os clientes que já conhece e trata bem quem está ali pela primeira vez. “Certo dia, chegou um cliente que eu não fazia ideia em que idioma ele estava falando”, relembrou a cozinheira que diariamente abre o restaurante às 07h da manhã. “Quem vem aqui não deixa de voltar, porque eu faço isso com todo amor”, enfatizou.

E quem experimenta diz que, realmente, não existe outra igual na cidade. Sentadas em uma mesa do lado de fora do bar, três seridoenses comentaram que só comem ali porque fora da Redinha a ginga vem fria e mole. “Quando eu como em outras praias, eu passo mal. Aqui ela vem quentinha”, explicou uma das mulheres.

Com tantas indicações, é impossível passar por lá e não pedir uma porção, que custa R$ 6,00 a unidade. Escolhida a mesa, perto ou longe da areia, a espera não é muita e ainda é possível ver a cidade de um outro ângulo.

O peixe é frito na hora e a massa é fresca – é possível, inclusive, ver os comerciantes ralando o coco no próprio estabelecimento. Apesar dos ingredientes gordurosos e do alto teor calórico, a iguaria vem à mesa sem vestígio algum da abundância de oleosidade que a receita esconde. As gingas são espetadas em palito de coco, o que dá maior singularidade ao prato, e podem ser acompanhas de cerveja, refrigerante e até café. Além disso, a massa se junta à crocância do peixe, se transformando, na boca, em um sabor único: o de Natal.

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Dona Ivanize, filha dos criadores da receita, e a vista (em tempo de chuva) do Mercado da Redinha

Conheça a Re-comendo! Prazer, só no prato

Com o objetivo de falar abertamente sobre gastronomia, vamos estrear, aqui n’o Canguleiro, a Re-comendo. O amor pela boa culinária e o vício em conhecer novos sabores nos motivou a essa parceria. Então, estaremos por aqui, a cada quinze dias, para conversarmos sobre os restaurantes, especialidades culinárias, festivais gastronômicos e comidas de rua também. Nossas indicações serão, principalmente, daqui de Natal, mas isso não nos limita a falar de pratos e estabelecimentos de outros locais. Contudo, apesar de a comida ser nosso foco, não falaremos só dela. Levaremos em consideração valores, disponibilidades de horários, serviço, ambiente e atendimento.

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Para a alegria geral dos natalenses e turistas, nossa cidade tem expandido bastante suas linhas de variedades gastronômicas. Nós, da Re-comendo, consideramos um “programão” sair para um simples café com os amigos, um almoço com a família… e também sozinhas, pois uma boa refeição ou lanche pode transformar momentos solitários em uns bem satisfatórios.

Nos últimos tempos, observamos que, além de novos restaurantes e foodtrucks, a Cidade do Sol também tem contado com vários blogs e sites de gastronomia que nós, particularmente, adoramos. Sendo assim, nos aliaremos a esses companheiros de garfo com uma abordagem diferente, proporcionando a todos vocês vários focos complementares a respeito das delícias de Natal.

Por isso, funcionaremos com as seguintes retrancas:

Comer, postar e indicar – essa é a nossa parte de comentários e críticas sobre os estabelecimentos e seus produtos. Vamos experimentar e contar para vocês o que encontramos de bom (e de ruim também, tá?).

Batalha de talheres – visitaremos estabelecimentos fixos e de rua que sejam da mesma área e daremos nossa opinião a respeito do vencedor para que você possa fazer a melhor escolha na hora de sair.

No fundo do tacho – aqui nós iremos a fundo nos assuntos da gastronomia de forma geral. Traremos curiosidades e reportagens sobre diferentes pratos, refeiçoes e costumes.

Dessa maneira, esperamos contar com sua companhia em nossas aventuras gastronômicas. Saborear uma iguaria feita com esmero, paixão, com produtos de qualidade, sendo bem atendido e com atenção… pode suavizar qualquer semana estressante, não é mesmo? Afinal, não tem tempo ruim para um bom prato.

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Já deu fome aqui…